segunda-feira, 10 de março de 2014

Dois dedos de cerveja e um balanço na rede

Não sei se já está na hora de escrever pra você, mas o fato é que eu já tinha escrito, antes mesmo de saber se já era hora ou não.
Não sei se já é hora de imaginar, mas acontece que eu estou imaginando desde o primeiro instante em que conversamos.
Não sei se já pode sonhar, mas tenho acordado pensando em você. E tenho dormido pensando também.
Agora já era. Escrevi. Enviei. Se eu não tiver a resposta esperada, posso justificar com minha impulsividade. "Escrevi e enviei sem pensar!" - vou dizer. Mas é mentira. Porque eu pensei sim. O tempo todo. Antes, durante e depois de ter você.
Sim, eu tive você. Por uma noite. Por preciosas horas. Por incontáveis minutos. Por eternos segundos.
Um passeio, um medo, uma aventura totalmente nova. Necessidade de ir embora e uma vontade absurda de ficar.  E de voltar. E de dizer sim, pra tudo.
Algumas semanas de separação que talvez resultem no fim. Sinto o fim bem próximo desde quando você foi pra lá. E ainda está lá, onde eu estava. Eu voltei e você foi. Foi desencontro! Da vida, das nossas vidas, do destino, da rotina, mas não das vontades. Ao menos, não da minha.
Não sei se é cedo pra cantar, mas a questão é que você já tem até trilha sonora.
Você é a trilha sonora que cruzou o meu caminho.




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